Hélio Ihara, bacharel em Direito com graduação em 2006 pela Universidade Braz Cubas, inscrito na OAB/SP sob o nº 270.263, especialista em Direito Trabalhista, Previdenciário e Público, ex-procurador de três autarquias federais, ex-advogado de fundação pública e de empresa estatal (todos mediante aprovação em concurso público e pedido de exoneração). Ex-conselheiro da AATSP (Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo). Ex-estagiário da Defensoria Pública (antiga PAJ), da Procuradoria do Estado e da Procuradoria da Fazenda Nacional. Tem, aproximadamente, duas mil horas de cursos de extensão e atividades extracurriculares jurídicas. Atuou em, aproximadamente, 20 mil processos ao longo da carreira. Fundador da Ihara Advocacia.
Fale Conosco »Como advogado trabalhista, Hélio Ihara construiu sua carreira atuando em cerca de 20 mil processos, passando por autarquias federais, fundação pública e empresa estatal antes de fundar seu próprio escritório em Suzano. Essa vivência em diferentes frentes do Direito do Trabalho e Previdenciário dá ao advogado trabalhista uma visão completa das estratégias utilizadas tanto por empregadores quanto pelo INSS.
A atuação como ex-conselheiro da AATSP (Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo) reforça o compromisso do advogado trabalhista Hélio Ihara com a atualização constante e com a defesa qualificada dos direitos do trabalhador em Suzano e região.
Hélio Ihara graduou-se em Direito em 2006 pela Universidade Braz Cubas e está inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de São Paulo, sob o nº 270.263. A inscrição pode ser conferida no cadastro nacional de advogados mantido pelo Conselho Federal da OAB, uma consulta pública e gratuita que qualquer pessoa deveria fazer antes de contratar um profissional.
À graduação somam-se especializações em Direito do Trabalho, Direito Previdenciário e Direito Público, além de cerca de duas mil horas em cursos de extensão e atividades extracurriculares jurídicas. Em matéria trabalhista, essa atualização contínua é menos um detalhe de currículo do que uma necessidade prática: a reforma de 2017, as alterações na legislação previdenciária e a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho mudam com frequência o que se pode pedir e como se deve provar.
Antes de fundar o escritório, Hélio Ihara foi procurador de três autarquias federais e advogado de fundação pública e de empresa estatal, sempre mediante aprovação em concurso público e posterior pedido de exoneração. Também foi estagiário da Defensoria Pública, à época chamada de PAJ, da Procuradoria do Estado e da Procuradoria da Fazenda Nacional.
Para quem contrata, essa trajetória significa conhecer o outro lado do balcão. Quem já atuou por autarquias federais entende como o INSS analisa e indefere um pedido de benefício. Quem já defendeu empresa estatal conhece as teses que a defesa costuma levantar em uma reclamação trabalhista, do questionamento dos cartões de ponto à discussão sobre enquadramento em cargo de confiança. Essa leitura antecipada da estratégia adversária ajuda a decidir quais pedidos formular, quais provas reunir antes de ajuizar e quando uma proposta de acordo merece ser considerada.
Ao longo da carreira foram cerca de 20 mil processos. Volume, isoladamente, não garante resultado em nenhum caso concreto, e advogado nenhum pode prometer resultado. O que a experiência acumulada oferece é repertório: reconhecer padrões, antecipar movimentos e evitar erros processuais caros, como a perda de um prazo ou a formulação de um pedido sem lastro probatório.
O trabalho concentra-se em Direito do Trabalho e Direito Previdenciário, com atendimento também em demandas cíveis. Entre os temas mais recorrentes estão horas extras não pagas, verbas rescisórias, rescisão indireta, assédio moral, acidente de trabalho e doença ocupacional, estabilidade acidentária, enquadramento indevido em cargo de confiança, trabalho externo usado para negar horas extras e benefícios previdenciários ligados à atividade laboral.
Hélio Ihara é ex-conselheiro da AATSP, a Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo, entidade que reúne profissionais dedicados à matéria e promove o debate sobre a evolução da legislação e da jurisprudência trabalhista no estado.
O contato é feito diretamente com o advogado, sem intermediação de setor comercial. A primeira etapa é sempre a análise do caso, feita sem compromisso. Nem toda situação desagradável no ambiente de trabalho gera direito a indenização, e dizer isso com clareza logo no início evita que o cliente invista tempo e expectativa em uma demanda frágil. Havendo fundamento, são explicados os pedidos possíveis, as provas necessárias, os prazos aplicáveis e os riscos envolvidos, inclusive o de sucumbência.
O atendimento online alcança clientes de qualquer cidade do Brasil, e o atendimento presencial é feito na sede, em Suzano. Para iniciar uma análise, use a página de contato.
Pelo cadastro nacional de advogados do Conselho Federal da OAB, que é público e gratuito. Basta informar o nome ou o número de inscrição e a seccional. No caso deste escritório, a inscrição é OAB/SP nº 270.263. Fazer essa conferência é uma precaução simples e sempre recomendável.
O próprio Hélio Ihara acompanha os casos e conversa diretamente com o cliente. Não há repasse do atendimento para setores intermediários, e as dúvidas sobre andamento são respondidas pelo mesmo canal usado no primeiro contato.
Sim. O atendimento é feito de forma integralmente online para clientes de qualquer cidade do Brasil, já que o processo trabalhista tramita em meio eletrônico e as audiências costumam ser realizadas por videoconferência. O atendimento presencial fica disponível para quem está em Suzano e no Alto Tietê.
O advogado trabalhista discute a relação entre empregado e empregador, como verbas, jornada e rescisão. O previdenciário trata da relação com o INSS, como auxílio por incapacidade temporária, aposentadoria e benefício acidentário. As duas áreas se cruzam com frequência: um acidente de trabalho, por exemplo, gera reflexos trabalhistas e previdenciários ao mesmo tempo. Por isso o escritório atua nas duas frentes.